segunda-feira, 14 de novembro de 2011

AS ARTES DO PEDRO - PARTE 1

Bom dia!
Hoje, mais que meu novo soneto, envio a você um convite para reflexão sobre o sentido da vida.
Insignificância
Efêmera ilusão de um breve instante
perdido nos eões da eternidade...
Bruma que se desfaz, nuvem minguante
- eis da existência humana a realidade.
Toma consciência e vê, ser arrogante,
riqueza e glória vã - tudo é vaidade!
Nunca se julga mais que o semelhante
quem compreende e aceita essa verdade.
Cala teu ego se te faz gigante
que o fim te espera logo mais adiante
e tudo então será coisa esquecida.
Busca a Jeová, na curta permanência,
para alcançar, além desse existência,
a vida eterna - a verdadeira vida!
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Ele foi o homem mais rico e sábio da antiguidade.

Provou de tudo o que o dinheiro podia comprar e todos os prazeres que sua posição lhe permitia.

Avaliou tudo cuidadosamente, procurando descobrir o significado e o objetivo da vida, e chegou a essa conclusão:

“...tornei-me maior e aumentei mais do que qualquer outro que veio a estar antes de mim...

E tudo o que os meus olhos pediram, eu não retive deles. Não neguei ao meu coração nenhuma espécie de alegria...

E eu, sim, eu me virei para todos os meus trabalhos que minhas mãos tinham feito e para a labuta em que eu tinha trabalhado arduamente para a realizar, e eis que tudo era vaidade e um esforço para alcançar o vento,

e não havia nada de vantagem debaixo do sol...

O que veio a ser, já tem sido, e o que virá a ser, já veio a ser...

Assim como se saiu do ventre da mãe, nu se irá novamente embora, assim como se veio;

e não se pode levar absolutamente nada pelo seu trabalho árduo, que se possa levar junto na mão...

Visto que há muitas coisas que causam muita vaidade, que vantagem tem o homem?

Pois, quem é que conhece o bem que o homem tem na vida durante o número dos dias da sua vida vã,

sendo que os gasta como a sombra?

Pois, quem pode informar o homem sobre o que acontecerá após ele debaixo do sol?...

E eu vi todo o trabalho do [verdadeiro] Deus, que a humanidade não é capaz de descobrir o trabalho que se fez debaixo do sol;

por mais que a humanidade trabalhe arduamente para procurar, ainda assim não [o] descobre.

E mesmo que dissessem que são bastante sábios para saber, não seriam capazes de [o] descobrir...

tomei tudo isso ao coração, sim, para esquadrinhar tudo isso, que os justos e os sábios, bem como suas obras, estão na mão do [verdadeiro] Deus” (Eclesiastes 2:9-11; 3:15: 5:15; 6:11, 12; 8:17: 9:1)

Esse homem, com sabedoria divina, resumiu tudo no melhor conselho que já foi dado:

“A conclusão do assunto, tudo tendo sido ouvido, é: Teme o [verdadeiro] Deus e guarda os seus mandamentos.

Pois esta é toda [a obrigação] do homem. 14 Pois o próprio [verdadeiro] Deus levará toda sorte de trabalho a julgamento

com relação a toda coisa oculta, quanto a se é bom ou mau.” - Ecl. 12:13

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"Percebo o que me falta pelas qualidades que meus amigos pensam que eu tenho." (Pedro Ornellas)