sábado, 19 de maio de 2012


MEU PEITO CHORA

Implora ante a impotência de outrora
  erros  cometidos
E nada poder fazer ...

Meu peito chora
Diante da impossibilidade
De vislumbrar o real do irreal
A soberba de malfeitores
A arrogância de ignorantes

Meu peito chora
Meu coração dispara
Ante a injustiça praticada
Contra o analfabeto
Que de nada sabe
Nem sequer se sofre.

Meu peito chora
Pelo meu grito sufocado
Diante da impotência
De nada poder fazer
De nada poder falar
Isso dilacera o meu ser.

Meu peito sangra
Meu coração está partido
Pelo silencio dos justos
Pela conivência com malfeitores
Dessa casta que causa horrores.