domingo, 30 de dezembro de 2012

O ARTIGO DE MÁRIO MORENO - ANO NOVO OU ROSH HASHARA?

Novo Ano novo


Escrito por Mário Moreno 
 
Novo Ano novo

Celebrar o  Ano Novo em 31 de dezembro está de acordo com as Escrituras? 
O correto não seria celebrar Rosh Hashana?

 Leia o texto e tire suas próprias conclusões.

O Ano Novo

O Ano Novo celebrado pela cristandade em geral acontece na passagem do dia 31 de dezembro para o dia 1° de janeiro. Tal cele-bração tem a finalidade de “saudar” o ano que chega e dar “adeus” ao ano que está se findando.
Nunca na história parou-se para perguntar: “Por que celebramos esta data?” Será que a celebração do “Ano Novo” como a conhecemos e como é celebrado em todo mundo teria um pano de fundo cunhado no paganismo? Vejamos a seguir algumas considerações históricas sobre esta tão conhecida festa.
“O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa "despertar".
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás.
O Calendário juliano foi instituído por Júlio César no ano 46 a.C., segundo as indicações do astrónomo alexandrino Sosígenes, tendo vigorado por 1600 anos. Com a conquista de novos territórios, César sentiu a necessidade de uniformizar o calendário, já que outros eram utilizados pelos povos anexados ao império. O novo calendário passou a ser composto por doze meses, perfazendo 365 dias. De quatro em quatro anos, instituía-se um ano bissexto de 366 dias. Os meses passaram a ter 30 dias (intercalados com meses de 31 dias). O fato de, hoje, os meses de Julho e Agosto (na época, quintilis e sextilis) terem 31 dias, sendo meses seguidos, devia-se a terem o nome de imperadores. Um décimo terceiro mês, que existia, foi extinto. Foi necessário, no entanto adicionar 67 dias ao primeiro ano deste calendário. O vigésimo quinto dia de Março, data na qual começava o ano passou a ser o primeiro de Janeiro, de forma que o ano de 45 a.C. ficou conhecido como o Ano da Confusão. O Calendário juliano foi substituído pelo Calendário gregoriano a 24 de Fevereiro do ano 1582. O novo calendário foi promulgado pelo Papa Gregório XIII e foi adoptado nos países ocidentais. Na Rússia e em outras zonas de influência cristã-ortodoxa, foi optado pela permanência no calendário juliano (este é o motivo das confusões das datas na Revolução russa.
Bem, entendemos então que a verdadeira origem desta festa é pagã – romana – e tem uma finalidade: ela era dedicada ao deus Jano que era representado por duas faces: uma voltada para o passado, dizendo então que tal deus era conhecedor de tudo aquilo que havia se passado durante o decorrer daquele ano e uma outra face voltada para o futuro, insinuando ser ele também conhecedor daquilo que ocorreria no futuro da humanidade!
Jano (latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro. Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes.
Existem, no entanto, em alguns locais, representações daquele deus com quatro faces.
Em seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e eram fechadas em tempos de paz. De acordo com tradição só foram fechadas duas vezes na história — uma no reinado de Numa e outra no de Augusto. Os romanos associavam Janus com a divindade etrusca Ani.
Mais uma vez precisamos atentar para a história, pois quem celebra o Ano Novo de forma “tradicional” está então pedindo a Jano que “abra as portas” para que sua vida tenha sucesso, paz, felicidade, etc... Estes são na realidade os pedidos mais ouvidos neste dia do ano! Você poderia dizer: “Mas isso é um absurdo! Eu sou crente e oro para que Dus possa atender aos meus pedidos no dia 31 de dezembro!” Apenas não se esqueça, meu amado leitor, que você está celebrando uma data que não foi instituída pelo Eterno, mas sim por uma outra divindade! Pare e pense nas consequências e nas implicações disso!

Estes fatos nos mostram que o adversário tem trabalhado sistematicamente e incutiu na humanidade que as mudanças que ele realizou são "inocentes" e nenhum mal causarão; você acredita nisso? O adversário nunca faz nada para beneficiar ninguém; ele odeia o homem e sempre buscará sua morte e seu mal.
Restaurar é essencial; não há outro caminho além desse.
Que o Eterno nos ajude neste caminho de restauração de seu povo em nome de Ieshua!
Texto proveniente do livro "Festas Pagãs na Igreja".
google