domingo, 13 de janeiro de 2013

NEOCLASSICISMO EM PROSA E VERSO




No período neoclássico
Do mundo academicista
Resplandeceu firmemente,
Na metade do século dezoito;
Aquele... Que os indivíduos
O chamavam de século da luz.

Trazendo a tona leitores,
Amigos e conhecidos;
O desejo de (re) criar
Espírito, formas e cores
Da arte Greco-Romana.

Imaginemos, portanto e,
Usando bem nossa mente;
Digo aqui com firmeza que,
Nesse tempo tudo era bem diferente.

Era assim posso dizer,
Chamado “antigamente.”
De Pompéia e Herculano,
E escavações arqueológicas;

O ano já muito distante,
Porém para os que estudam;
É sempre muito presente.

Num dado período da história
Nos idos de dezessete,
Mudanças fortes ocorreram,
Pra os que curtem a arte
No Brasil e também na França,
E pra tudo que é lado.

Foram às revoluções que,
Transformavam Populações,
Elite e a classe C.
Que transformou toda mente,
Fez o povo contente
A arte fazendo gente.

A França desse período é
Que era a bola da vez.
Era a dono do império
Era toda altivez.

Vamos refletir e lembrar,
Que hoje em dia os ianques
É que estão com o poder.

Veja bem meu amigo querido
A França de Sarkozy de,
Bordieu e Carla Bruni.
Tinham técnicas da boa arte,
Literatura e política;
Tudo que se possa imaginar e,
Era o que se via por lá.

No passado o colorido
Da arte elogiável
De Jean-Baptiste Chardin.
E que o Brasil sempre esquece,
Quando não se está a estudar.

A arte que ouso falar
É da pintura a gênese
O colorido atraente,
Da grande nação francesa.

Após a revolução, aquela de dezessete;
A ordem e a clareza clássica
Permaneceu na pintura.
Vejam bem meus amigos
Era o mestre Louis David
O mais conhecido da França.

Napoleão coroado e,
 A limpidez de Dominique,
 Depois do banho turco;
Provocou risos e aplausos,
Para o bem da nobreza clássica.

Saindo da França neopoleônica
Fui a Espanha bem promissora
Do pintor Francisco Goya
Autor das duas majas,
Uma vestida outra desnuda.

Mas para surpresa minha
Chegaram os fuzilamentos
Que por La aconteceram
No mês do dia das mães
Maio para ser mais precisa
O ano era preciso
Mil oitocentos e oitenta e um. (1881)

E assim termina a saga
Desse período da história
Que ficou cravada e gravada
Nos anais da nossa história
Dos povos desse período
Engraçado e auto-critico
Analítico e grotesco,
Fantástica e expressionista
De um certo período
Chamado neoclassicista.