quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

ARTIGO DO ESCRITOR EDUARDO GOSSON - UBE/RN

COMBATE ÀS TREVAS – 36
Por Eduardo Gosson(*)


É lamentável vermos o ex-presidente Lula e a presidente  Dilma implorando ao Governo da Indonésia para que Marco Acher não fosse fuzilado. Ora, as leis naquele longínquo país são duras e, não tem, a elasticidade  das nossas.
Toda ação corresponde uma reação, isso a dialética nos ensina. Quando o senhor Marco começou a traficar não pensou nestes aspectos. E o mesmo sabia que o tráfico é crime hediondo e, que, lá não tem o jeitinho brasileiro (leia-se sacanagem brasileira). Lá o jogo é pesado e o negativo é esmagado. Lá não tem “intelectual progressista” para  fazer proselitismo midiático em nome dos Direitos Humanos.
Faço essas advertências porque  me sinto- na obrigação de alertar as pessoas, sobretudo os jovens: em 26.05.2012, portanto há dois anos e cinco meses, perdi um filho com 28 anos de  idade – FAUSTO GOSSON para as drogas e que está fazendo uma falta que ninguém poderá suprir.
O Brasil precisa urgentemente fazer uma revisão em nossas leis penais. O argumento de que a pena de morte hoje é para pobres é uma falácia. Traficante, estuprador e pedófilo não faz falta a humanidade.  Destroem os nossos filhos e filhas e vão embora. Essas ONGs, que defendem os canalhas, deveriam criar um serviço  de consolação para os familiares e não conversando besteira. Na Era da INTERNET não existe mais pessoas inocentes. Os tabletes, os netbooks, os notebooks, os AIFONES, os AIPODES, entre outros, rasgaram o Véu da Inocência nos deixando nus.
(*) é poeta. Presidiu a UBE-RN de 2008-2013