sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
GOVERNO DO ESTADO DECRETA PONTO FACULTATIVO NO DIA 29/06
GOVERNO ESTADUAL PUBLICA DECRETO Nº 21.715, DECRETANDO PONTO FACULTATIVO NO ESTADO
Decreta ponto facultativo nos Órgãos e Entidades da Administração Direta, Indireta, Autárquica e Fundacional do Estado, e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, inciso V, da Constituição Estadual,D E C R E T A:
Art. 1º Fica declarado ponto facultativo nos Órgãos e Entidades da Administração Direta, Indireta, Autárquica e Fundacional do Estado, no dia 29 de junho, terça-feira, excetuando-se as atividades ou serviços considerados essenciais.
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal, 24 de junho de 2010,
189º da Independência e 122º da República.
IBERÊ PAIVA FERREIRA DE SOUZA
Paulo César Medeiros de Oliveira Júnior
fonte:jane
Decreta ponto facultativo nos Órgãos e Entidades da Administração Direta, Indireta, Autárquica e Fundacional do Estado, e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, inciso V, da Constituição Estadual,D E C R E T A:
Art. 1º Fica declarado ponto facultativo nos Órgãos e Entidades da Administração Direta, Indireta, Autárquica e Fundacional do Estado, no dia 29 de junho, terça-feira, excetuando-se as atividades ou serviços considerados essenciais.
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal, 24 de junho de 2010,
189º da Independência e 122º da República.
IBERÊ PAIVA FERREIRA DE SOUZA
Paulo César Medeiros de Oliveira Júnior
fonte:jane
MENSAGENS POÉTICAS DO ADEMAR MACEDO

<<<>>>
A saudade senta ao meio
de quem vive da esperança
de ver retornar ao seio
algo mais que uma lembrança!
(Josias Alcântara/ES)
<<<>>>
Estou me distanciando
do melhor da minha idade,
com meu coração lembrando
desse tempo, com saudade.
(Tarcísio Fernandes/RN)
<<<>>>
2010 > Bragança Paulista/SP
Tema > CAMINHADA > Venc.
Nas curvas da caminhada,
tento a paisagem mudar.
Se não pode ser mudada,
mudo meu jeito de olhar!
(Vanda Fagundes Queiroz/PR)
<<<>>>
MENINICE.
– José Lucas de Barros/RN –
A saudade senta ao meio
de quem vive da esperança
de ver retornar ao seio
algo mais que uma lembrança!
(Josias Alcântara/ES)
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Estou me distanciando
do melhor da minha idade,
com meu coração lembrando
desse tempo, com saudade.
(Tarcísio Fernandes/RN)
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2010 > Bragança Paulista/SP
Tema > CAMINHADA > Venc.
Nas curvas da caminhada,
tento a paisagem mudar.
Se não pode ser mudada,
mudo meu jeito de olhar!
(Vanda Fagundes Queiroz/PR)
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MENINICE.
– José Lucas de Barros/RN –
Cada dia, mais distância,
cada instante, mais saudade...
Como ficou longe a infância!
Amigos da mocidade,
agora não mais os vejo
em nossa velha cidade!
Meu coração sertanejo
bate ao compasso do sino
das festas do lugarejo.
Se eu fosse outra vez menino,
mesmo assim pouco faria
pra reverter o destino.
Pra meus pais,
mais alegriapediria, com certeza,
a Deus e à Virgem Maria,
e um grande alívio à pobreza
que os perseguiu duramente.
Quanto a mim, não é surpresa
afirmar, de boa mente,
que quase tive o que quis,
no meio de minha gente.
Botando os pontos nos is,
fui moleque bom de estrada,
fui menino, fui feliz!
Assim, digo a minha fada:
pode manter meu destino!
Não precisa mudar nada.
Basta, na vida futura,
que não me falte a ternura
de um coração de menino!
<<<>>>
Eu quero ver retratada,
por sobre os meus cacarecos,
a minha vida encenada
num teatro de bonecos.
(Ademar Macedo/RN)
...E Suas Trovas Ficaram:
Debaixo de nossa cama,que tu deixaste vazia,o meu chinelo reclamao teu chinelo - Maria.
(Anis Murad/RJ)
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Fui fazer uma faxina no armário
<<<>>>
Eu quero ver retratada,
por sobre os meus cacarecos,
a minha vida encenada
num teatro de bonecos.
(Ademar Macedo/RN)
...E Suas Trovas Ficaram:
Debaixo de nossa cama,que tu deixaste vazia,o meu chinelo reclamao teu chinelo - Maria.
(Anis Murad/RJ)
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Fui fazer uma faxina no armário
Que há anos é depósito de ilusões,
Encontrei amarelas as canções
Que saíram do meu mundo imaginário;
E das peças que já foram vestuário
Tinham umas mofadas, outras pretas,
Estouradas encontrei doze canetas
Que narraram meus amores infantis;
Numa caixa entreguei para os garis
As tristezas entulhadas nas gavetas.
(Wellington Vicente/PE)
<<<>>>
G O L.
– Edmar Japiassú Maia/RJ –
As algazarras, fartas de emoções,
e os choques das torcidas diferentes,
nas guerras de refrões intermitentes,
envolvem ansiosas multidões...
Bandeiras tremulando são freqüentes,
com gritos libertando mil tensões...
E em saltos, socos no ar e palavrões,
explodem as paixões dos descontentes...
Na verde arena correm, agitados,
heróis de barro que, robotizados,
tentam saciar do povo a enorme sede...
E o caldeirão fervilha perigoso,
ao pressentir o instante, glorioso,
em que, afinal, a bola estufa a rede!
(Wellington Vicente/PE)
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G O L.
– Edmar Japiassú Maia/RJ –
As algazarras, fartas de emoções,
e os choques das torcidas diferentes,
nas guerras de refrões intermitentes,
envolvem ansiosas multidões...
Bandeiras tremulando são freqüentes,
com gritos libertando mil tensões...
E em saltos, socos no ar e palavrões,
explodem as paixões dos descontentes...
Na verde arena correm, agitados,
heróis de barro que, robotizados,
tentam saciar do povo a enorme sede...
E o caldeirão fervilha perigoso,
ao pressentir o instante, glorioso,
em que, afinal, a bola estufa a rede!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
HOMENAGEM DA ESCRITORA RIZOLETE FERNANDES PARA DONA MILITANA - CANCIONEIRA POTIGUAR
DONA MILITANA: CHEIRO DE ANCESTRALIDADE
Rizolete Fernandes
O mundo cultural nem tinha absorvido a perda, na semana que passou, de José Saramago, o grande nome da literatura portuguesa e nós aqui do Rio Grande do Norte já acrescentamos outra dor à tristeza generalizada. Estou falando da partida, no sábado, 19, da romanceira Dona Militana Salustino. Descoberta do folclorista Deífilo Gurgel, do Amarante, Dona Militana era considerada a maior expoente viva do folclore em terras brasileiras, memória dos romances ibéricos entre nós. Em 2005, recebeu das mãos do Presidente da República a Medalha do Mérito Cultural, cobiçada distinção que a colocou de vez no rol dos grandes nomes da cultura no país. Apesar da notoriedade, era humilde, de pouca fala e tinha no cachimbo um companheiro inseparável, o que lhe acarretaria problemas de saúde e, no ano passado, uma internação hospitalar. Conheci-a por ocasião do lançamento em Natal do livro “Mulheres Negras do Brasil”, do qual ela faz parte. Transcorria 2007 e a líder feminista carioca, Schuma Schumaher, autora da obra (em conjunto com Érico Vital Brazil) estava presente ao evento, promovido pelo Coletivo Leila Diniz, que eu então presidia. Nessa condição, compus a mesa coordenadora dos trabalhos da solenidade, para a qual havia sido especialmente convidada nossa romanceira, que sentou, ao lado da filha Benedita, bem à nossa frente. Prestava atenção em tudo. Terminada a primeira parte e, antes de passar à exposição de fotografias montada no mesmo espaço, a platéia seria brindada com os cantares da senhora artista de 82 anos, à época. Mas ela não atenderia de imediato ao convite da mesa, nem aos apelos de Benedita para iniciar a apresentação. Já se ouvia um discreto coro de “canta, canta!”, mas a filha de seu Atanásio Salustino, entre assustada e como se não entendesse, permanecia calada. Aguardava-se. Um misto de ternura e compreensão me envolviam quando fui em sua direção, pus a mão em seu ombro e num impulso lhe disse ao ouvido: só cante se quiser, está bem? Ela me olhou com um olhar de quem se sente acolhido e na mais inocente simplicidade perguntou: é? Reafirmei com a cabeça para, em poucos segundos, ouvi-la emocionar o público com o repertório do seu cancioneiro. Durante todo o tempo da apresentação, permaneceria apoiada em meu braço. Quando terminou e antes das dezenas de braços que a procuravam, enlacei-a demoradamente, ocasião em que senti o cheiro forte nela entranhado, do seu cachimbo. Algo se passou nesse instante, que definirei como que uma bacia de lembranças da infância entornada sobre minha cabeça, uma invasão ruidosa dos olores exalados pela fumaça de cachimbos antepassados. Do meu pai, que depois de anos pitando os seus, de diferentes tamanhos, modelos e cores, houve por bem substituí-los pela praticidade do charuto artesanal, não eliminando o ritual do corte do fumo de rolo que eu gostava de presenciar; das tias e tios sempre com seus pitos à boca, dando baforadas a torto e a direito a embaçar rostos infantes; e até do meu avô materno que, segundo relatos, pitou com voracidade e dos longes onde já pairava, continuou espargindo sobre a neta que não chegou a conhecer, aromas imaginários de nostalgia. Fumaças essas mais tarde esmaecidas em mim, pela ação dos ventos litorâneos, na correria diária da luta pela vida, mas ali evocadas repentinamente, face aos eflúvios daquela fumante que eu enlaçava com ternura. Submergi numa onda de pranto. Acorreram amigas querendo saber o que se passava, pressurosas na oferta de consolo. Respondi com evasivas na hora. Como iria lhes explicar que chorava por estar sentindo cheiro de ancestralidade? Cheiro doravante cada vez mais tênue. Já seu canto, registrado, vai perdurar.
CONVITE DA ESCRITORA CEARENSE ROSA FIRMO
Rosa Firmo tem a honra de convidar para o lançamento de
“O Rosário de Quitaiús” (Memórias sócio-histórica do Distrito de Quitaiús) de sua autoria.
A obra e a autora será apresentada pelo escritor Dimas Macedo.
Cerimonialista: Liduína Bezerra Nogueira
No programa:
Apresentação musical: Tenor Alvarus Moreno e Coro lírico, cantora Reina Isabel.
Participação dos quitaiuenses:
Participação dos quitaiuenses:
Socorro Oliveira (flauta), Egídio Oliveira e Francisquinha de Nonato e outras atrações.
Mostra: Paisagens de Quitaiús.
Coquetel.
Dia: 01 de julho de 2010 – (quinta-feira) Hora: 19: h
Local: Associação dos Fazendários - Rua 25 de Março, nº 537.
Ao lado do Colégio Justiniano de Serpa. Estacionamento, 425.
Fone: 3254-1072
Mostra: Paisagens de Quitaiús.
Coquetel.
Dia: 01 de julho de 2010 – (quinta-feira) Hora: 19: h
Local: Associação dos Fazendários - Rua 25 de Março, nº 537.
Ao lado do Colégio Justiniano de Serpa. Estacionamento, 425.
Fone: 3254-1072
sexta-feira, 18 de junho de 2010
CANTINHO DO POETA ADEMAR MACEDO

<<<>>>
Nos laços presos ás tranças
da cigana envelhecida
entrelaçam-se as lembranças
das tranças todas da vida...
(Divenei Boseli/SP)
<<<>>>
Quem conta muita vantagem,
pelo pouco que produz,
não pensa naquela imagem
de Cristo morto na cruz.
(Marcos Medeiros/RN)
<<<>>>
2007 > Ribeirão Preto/SP
Tema > ÁRVORE > M/H.
Ao ver, de uma árvore, o corte,minha angústia é paralela...Eu sinto as dores da morte,na dor dos gemidos dela !(Francisco Macedo/RN)
<<<>>>
COPO VAZIO
– Marivaldo Ernesto/PB –
Um copo que cai é um corpo vazio
cheio de sede, cheio de ilusão.
É vida sem razão,morrendo a prestação.
É porre sem ressaca de ser,
na solidão do meu eu vadio,
vazio.
Bebo a saudade de você,
nesta multidão sem rosto.
Mutilando sonhos sedentos.
Bebo minha esperança
num copo vazio, cheio de loucura.
cheio de amor.
<<<>>>
Uma mensagem de luz
que trouxe uma fé tamanha
foi a que disse Jesus
lá no sermão da montanha...
(Ademar Macedo/RN)
...E Suas Trovas Ficaram:
Saudade, quase se explica
nesta trova que te dou:
saudade é tudo que fica
daquilo que não ficou.
(Luiz Otávio/RJ)
<<<>>>
Sou sertanejo vibrante,
sou forte como um gigante,
sou amante deste chão;
sou força que implementa,
sou tudo que representa
as coisas do meu sertão.
(Hélio Pedro/RN)
<<<>>>
O VERSO ÚNICO.
– José Antonio Jacob/MG –
Escrevo porque sinto muita pena
Da frase ingênua que me sobe à fala
E que articulo com a voz pequena
Para ninguém ouvi-la e nem julgá-la.
Um dia ouvi de um poeta a voz serena,
Um cântico de amor - que não se iguala -
Num sarau divino em mansão terrena,
Depois de ouvi-lo abandonei a sala.
Ah, como eu queria estes versos bons,
De delicados e sonoros tons,
(Por que se umedeceu o meu olhar?)
Se existe o verso único e feliz,
O carinho é a poesia que se diz
Ao que ficou em casa a te esperar.
Nos laços presos ás tranças
da cigana envelhecida
entrelaçam-se as lembranças
das tranças todas da vida...
(Divenei Boseli/SP)
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Quem conta muita vantagem,
pelo pouco que produz,
não pensa naquela imagem
de Cristo morto na cruz.
(Marcos Medeiros/RN)
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2007 > Ribeirão Preto/SP
Tema > ÁRVORE > M/H.
Ao ver, de uma árvore, o corte,minha angústia é paralela...Eu sinto as dores da morte,na dor dos gemidos dela !(Francisco Macedo/RN)
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COPO VAZIO
– Marivaldo Ernesto/PB –
Um copo que cai é um corpo vazio
cheio de sede, cheio de ilusão.
É vida sem razão,morrendo a prestação.
É porre sem ressaca de ser,
na solidão do meu eu vadio,
vazio.
Bebo a saudade de você,
nesta multidão sem rosto.
Mutilando sonhos sedentos.
Bebo minha esperança
num copo vazio, cheio de loucura.
cheio de amor.
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Uma mensagem de luz
que trouxe uma fé tamanha
foi a que disse Jesus
lá no sermão da montanha...
(Ademar Macedo/RN)
...E Suas Trovas Ficaram:
Saudade, quase se explica
nesta trova que te dou:
saudade é tudo que fica
daquilo que não ficou.
(Luiz Otávio/RJ)
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Sou sertanejo vibrante,
sou forte como um gigante,
sou amante deste chão;
sou força que implementa,
sou tudo que representa
as coisas do meu sertão.
(Hélio Pedro/RN)
<<<>>>
O VERSO ÚNICO.
– José Antonio Jacob/MG –
Escrevo porque sinto muita pena
Da frase ingênua que me sobe à fala
E que articulo com a voz pequena
Para ninguém ouvi-la e nem julgá-la.
Um dia ouvi de um poeta a voz serena,
Um cântico de amor - que não se iguala -
Num sarau divino em mansão terrena,
Depois de ouvi-lo abandonei a sala.
Ah, como eu queria estes versos bons,
De delicados e sonoros tons,
(Por que se umedeceu o meu olhar?)
Se existe o verso único e feliz,
O carinho é a poesia que se diz
Ao que ficou em casa a te esperar.
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