segunda-feira, 16 de abril de 2012
A POETISA E FILOSOFA ROSA REGIS ESTREIA NO PROGRAMA CAFÉ FILOSOFICO DA TV UNIVERSITÁRIA - VEJAM!
Estou fazendo o CAFÉ
FILOSÓFICO com cordel
E Filosofia juntos
Porque este é meu papel,
Mostrar a nossa cultura
Que viu quase a sepultura,
Ressurgir como um corcel.
O programa CAFÉ FILOSOFICO,irá ao ar no dia 18 de abril, uma quarta-feira às 19:30, e reprisará no dia 21/04, um sábado, às 15:00h. TV U - O CANAL DA UFRN.
ATENÇÃO PROFESSORES APOSENTADOS!
Professor aposentado com 40 Horas, veja a nova oportunidade que existe para você reorganizar sua vida funcional. Mas isso é URGENTE.
Da Redação do blog: funcionarios e professores da educação pública do RN.Todos os professores que se aposentaram com uma carga horaria de 40 horas semanais e que em 2001 mudaram a sua carga horaria por força da Lei Complementar 196/01, para 30 horas semanais, tem a oportunidade de retornar para as 40 horas.
A Lei Complementar 196/01, trouxe a alteração da carga-horária de 40 para 30 horas semanais.
A assessoria jurídica do SINTE irá recorrer judicial para a alteração da Carga horaria para os professores que sejam portadores do ato de aposentadoria com 40 horas semanais.
Os aposentados que sejam portadores do ato de aposentadoria com 40 horas semanais e quiserem recorrer judicialmente devem providenciar os seguintes documentos:
• Ficha financeira do ano de 2006 até 2012;
• Cópias do RG e CPF;
• Comprovante de residência;
• Cópia do contracheque atual;
• Contrato do advogado devidamente assinado.
Para ter acesso ao contrato do advogado é só você clicar no PDF procuracao advogado
Quando você concluir a preparação de toda a documentação exigida para a ação você deve entregar de imediato ao sindicato, isso é urgente.
fonte: www.janeayresouto.com.br
O FENOMENAL ZÉ MARTINS - O POETA "TECNORURAL NORDESTINO UNIVERSAL" IN FOCO!
ZÉ MARTINS - DA REDAÇÃO CAJARANA, AOS VERDES CANAVIAIS DA ESCRITORA BARONESA, PARA AS PAGINAS DA EDUCAÇÃO E CULTURA, É POETA DE TODAS AS TRIBOS, DE TODAS AS RAÇAS E CORES, É AMIGO MUI QUERIDO, É PROFESSOR EXEMPLAR!

ZÉ MARTINS -
O POETA DE TODOS OS TEMAS

Zé
Martins - Poeta, músico, compositor e engenheiro mecânico. É membro e Ex-Presidente da
Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte (SPVA). No
grupo “Fibra de Coco” apresenta um trabalho inovador: “Tecnorural
Nordestino Universal” onde mistura musicalmente, o tradicional com o
atual, trazendo as manifestações culturais de raízes para o moderno,
contemporâneo e futurista. Pura criatividade onde resgata e mescla a
Ciranda, o Coco com os novos estilos.
Poetas Vivos
Autor: Zé Martins
Como são loucos os poetas,
escrevem na pedra não lapidada
escrevem na areia, antes do preamar
lêem nas estrelas versos lúdicos
Como são loucos os poetas,
dirigem naves intergalaxiais
traçando rumos
no meio dos dragões
sedentos, pelos bares
na rua da sobriedade
Como são loucos os poetas,
não são remunerados e
cantam todas as noites
fazem versos do “nada”
descobrem sentimentos
e sonham como o vento
constroem muralhas intransponíveis
ultrapassam paredes invioláveis
e se perdem na fumaça solta
não tem idade,
não tem relógio
Como são loucos os poetas,
desafiam exércitos,
convocam falanges
e disputam com os magos
no reino dos deuses
Como são sábios
estes loucos poetas.
FONTE ENCAMINHADA:
http://redacaocajarana.blogspot.com.br/
ZÉ MARTINS: 84 - 8801 4632
www.valeverde.blogspot.com
ZÉ MARTINS (josenetom@bol.com.br)
domingo, 15 de abril de 2012
A CULTURA DO MEDO DO NEOLIBERALISMO, PROPOR CULTURA DA ESPERANÇA.
ARTIGO
BOAVENTURA DE SOUZA
SANTOS, professor em Coimbra
e em Austin (USA) é um dos que
melhor pensa o processo de
globalização a partir do Grande
Sul.Conta-se entre os fundadores do
Forum Social Mundial onde é uma das
vozes mais ouvidas pela pertinência e
originalidade do seu pensamento que
advem do fato de pensar a partir das
alternativas negadas pelo sistema
imperante e que contem sementes
para um outro mundo possivel e
necessário.Sempre tem desafiado as
esquerdas para superarem as
armadilhas que o neoliberlismo lhes
prepara e assim ocupá-las com falsos
problemas e começarem a apresentar
algo realmente novo que poderá
configurar uma saida bem sucedida à
atual crise sistêmica. Leonardo Bof
****************************************
Por que é que a actual crise
do capitalismo fortalece quem a
causou? Por que é que a
racionalidade da “solução” da crise
assenta nas previsões que faz e não
nas consequências que quase
sempre as desmentem?
Por que é que está ser tão
fácil ao Estado trocar o bem-estar dos
cidadãos pelo bem-estar dos bancos?
Por que é que a grande maioria dos
c i d a d ã o s a s s i s t e a o s e u
empobrecimento como se fosse
inevitável e ao enriquecimento
escandaloso de poucos como se
fosse necessário para a sua situação
não piorar ainda mais?
Por que é que a estabilidade
dos mercados financeiros só é
possível à custa da instabilidade da
vida da grande maioria da população?
Por que é que os capitalistas
individualmente são, em geral, gente
de bem e o capitalismo, no seu todo, é
amoral? Porque é que o crescimento
económico é hoje a panaceia para
todos os males da economia e da
sociedade sem que se pergunte se os
custos sociais e ambientais são ou não
sustentáveis?
Porque é que Malcom X
estava cheio de razão quando
advertiu: “se não tiverdes cuidado, os
jornais convencer-vos-ão de que a
culpa dos problemas sociais é dos
oprimidos, e não de quem os oprime”?
Por que é que as críticas que
as esquerdas fazem ao neoliberalismo
entram nos noticiários com a mesma
rapidez e irrelevância com que saem?
Por que é que as alternativas
escasseiam no momento em que são
mais necessárias?
Estas questões devem estar
na agenda de reflexão política das
esquerdas sob pena de, a prazo,
serem remetidas ao museu das
felicidades passadas. Isso não seria
grave se esse facto não significasse,
como significa, o fim da felicidade
futura das classes populares.
A reflexão deve começar por
aí: o neoliberalismo é, antes de tudo,
uma cultura de medo, de sofrimento e
de morte para as grandes maiorias;
não se combate com eficácia se não se
lhe opuser uma cultura de esperança,
de felicidade e de vida. A dificuldade
que as esquerdas têm em assumiremse
como portadoras desta outra
cultura decorre de terem caído durante
demasiado tempo na armadilha com
que as direitas sempre se mantiveram
no poder: reduzir a realidade ao que
existe, por mais injusta e cruel que
seja, para que a esperança das
maiorias pareça irreal.
O medo na espera mata a
esperança na felicidade. Contra esta
armadilha é preciso partir da ideia de
que a realidade é a soma do que existe
e de tudo o que nela é emergente
como possibilidade e como luta pela
sua concretização. Se não souberem
detectar as emergências, as
esquerdas submergem ou vão para o
museu, o que dá no mesmo.
Este é o novo ponto de
partida das esquerdas, a nova base
comum que lhes permitirá depois
divergirem fraternalmente nas
respostas que derem às perguntas
que formulei. Uma vez ampliada a
realidade sobre que se deve actuar
politicamente, as propostas das
esquerdas devem ser credivelmente
percebidas pelas grandes maiorias
como prova de que é possível lutar
contra a suposta fatalidade do medo,
do sofrimento e da morte em nome do
direito à esperança, à felicidade e à
vida.
Essa luta deve ser conduzida
por três palavras-guia: democratizar,
desmercantilizar, descolonizar.
Democratizar a própria democracia, já
que a actual se deixou sequestrar por
poderes anti-democráticos. É preciso
tornar evidente que uma decisão
democraticamente tomada não pode
ser destruída no dia seguinte por uma
agência de rating ou por uma baixa de
cotação nas bolsas (como pode vir a
acontecer proximamente em França).
Desmercantilizar significa mostrar que
usamos, produzimos e trocamos
mercadorias mas que não somos
mercadorias nem aceitamos
relacionar-nos com os outros e com a
natureza como se fossem apenas
mercadorias.
Somos cidadãos antes de
sermos empreendedores ou
consumidores e para o sermos é
imperativo que nem tudo se compre e
nem tudo se venda, que haja bens
públicos e benscomuns como a água,
a saúde, a educação. Descolonizar
significa erradicar das relações sociais
a autorização para dominar os outros
sob o pretexto de que são inferiores:
porque são mulheres, porque têm uma
cor de pele diferente, ou porque
pertencem a uma religião estranha.
*BOAVENTURA DE SOUZA SANTOS
BOAVENTURA DE SOUZA
SANTOS, professor em Coimbra
e em Austin (USA) é um dos que
melhor pensa o processo de
globalização a partir do Grande
Sul.Conta-se entre os fundadores do
Forum Social Mundial onde é uma das
vozes mais ouvidas pela pertinência e
originalidade do seu pensamento que
advem do fato de pensar a partir das
alternativas negadas pelo sistema
imperante e que contem sementes
para um outro mundo possivel e
necessário.Sempre tem desafiado as
esquerdas para superarem as
armadilhas que o neoliberlismo lhes
prepara e assim ocupá-las com falsos
problemas e começarem a apresentar
algo realmente novo que poderá
configurar uma saida bem sucedida à
atual crise sistêmica. Leonardo Bof
****************************************
Por que é que a actual crise
do capitalismo fortalece quem a
causou? Por que é que a
racionalidade da “solução” da crise
assenta nas previsões que faz e não
nas consequências que quase
sempre as desmentem?
Por que é que está ser tão
fácil ao Estado trocar o bem-estar dos
cidadãos pelo bem-estar dos bancos?
Por que é que a grande maioria dos
c i d a d ã o s a s s i s t e a o s e u
empobrecimento como se fosse
inevitável e ao enriquecimento
escandaloso de poucos como se
fosse necessário para a sua situação
não piorar ainda mais?
Por que é que a estabilidade
dos mercados financeiros só é
possível à custa da instabilidade da
vida da grande maioria da população?
Por que é que os capitalistas
individualmente são, em geral, gente
de bem e o capitalismo, no seu todo, é
amoral? Porque é que o crescimento
económico é hoje a panaceia para
todos os males da economia e da
sociedade sem que se pergunte se os
custos sociais e ambientais são ou não
sustentáveis?
Porque é que Malcom X
estava cheio de razão quando
advertiu: “se não tiverdes cuidado, os
jornais convencer-vos-ão de que a
culpa dos problemas sociais é dos
oprimidos, e não de quem os oprime”?
Por que é que as críticas que
as esquerdas fazem ao neoliberalismo
entram nos noticiários com a mesma
rapidez e irrelevância com que saem?
Por que é que as alternativas
escasseiam no momento em que são
mais necessárias?
Estas questões devem estar
na agenda de reflexão política das
esquerdas sob pena de, a prazo,
serem remetidas ao museu das
felicidades passadas. Isso não seria
grave se esse facto não significasse,
como significa, o fim da felicidade
futura das classes populares.
A reflexão deve começar por
aí: o neoliberalismo é, antes de tudo,
uma cultura de medo, de sofrimento e
de morte para as grandes maiorias;
não se combate com eficácia se não se
lhe opuser uma cultura de esperança,
de felicidade e de vida. A dificuldade
que as esquerdas têm em assumiremse
como portadoras desta outra
cultura decorre de terem caído durante
demasiado tempo na armadilha com
que as direitas sempre se mantiveram
no poder: reduzir a realidade ao que
existe, por mais injusta e cruel que
seja, para que a esperança das
maiorias pareça irreal.
O medo na espera mata a
esperança na felicidade. Contra esta
armadilha é preciso partir da ideia de
que a realidade é a soma do que existe
e de tudo o que nela é emergente
como possibilidade e como luta pela
sua concretização. Se não souberem
detectar as emergências, as
esquerdas submergem ou vão para o
museu, o que dá no mesmo.
Este é o novo ponto de
partida das esquerdas, a nova base
comum que lhes permitirá depois
divergirem fraternalmente nas
respostas que derem às perguntas
que formulei. Uma vez ampliada a
realidade sobre que se deve actuar
politicamente, as propostas das
esquerdas devem ser credivelmente
percebidas pelas grandes maiorias
como prova de que é possível lutar
contra a suposta fatalidade do medo,
do sofrimento e da morte em nome do
direito à esperança, à felicidade e à
vida.
Essa luta deve ser conduzida
por três palavras-guia: democratizar,
desmercantilizar, descolonizar.
Democratizar a própria democracia, já
que a actual se deixou sequestrar por
poderes anti-democráticos. É preciso
tornar evidente que uma decisão
democraticamente tomada não pode
ser destruída no dia seguinte por uma
agência de rating ou por uma baixa de
cotação nas bolsas (como pode vir a
acontecer proximamente em França).
Desmercantilizar significa mostrar que
usamos, produzimos e trocamos
mercadorias mas que não somos
mercadorias nem aceitamos
relacionar-nos com os outros e com a
natureza como se fossem apenas
mercadorias.
Somos cidadãos antes de
sermos empreendedores ou
consumidores e para o sermos é
imperativo que nem tudo se compre e
nem tudo se venda, que haja bens
públicos e benscomuns como a água,
a saúde, a educação. Descolonizar
significa erradicar das relações sociais
a autorização para dominar os outros
sob o pretexto de que são inferiores:
porque são mulheres, porque têm uma
cor de pele diferente, ou porque
pertencem a uma religião estranha.
*BOAVENTURA DE SOUZA SANTOS
fonte: jornal a folha - funcionários e professores da rede pública.
A VOZ POÉTICA DO CIRO JOSÉ TAVARES - BRASILIA/DF
A MAIS LONGA DAS ESPERAS
Ao Pedro Simões
“Sob
carvalhos sombreados e escuros, floresciam
as avencas que exalavam um perfume
agradável,
e debaixo das ribanceiras cheias de
musgo
dos cursos d’água pendiam
inumeráveis renques
de samambaias e tinhorões.”
John Steinbeck, in A Leste do Éden
Agora que cruzamos nossas
últimas fronteiras
somos
convidados pelos deuses a lavar
o que
restou das noites derramadas
na
insólita matéria que nos cobre.
Vamos
pelas mãos de Tétis que de Peleu gerou Aquiles,
para
sermos batizados,outra vez, no azul profundo do Egeu,
depois vestir-nos com a sagrada túnica de Nessos.
Assim,
puros e libertos, deitaremos nossos olhos saudosos
sobre os vales verdes da nossa
Tessalônica.
E sentiremos
emergir do ventre da terra morena
o
aroma inconfundível das romãzeiras
esquecidas
nos
quintais das casas que deixaram de existir.
Agora nebulosas
horas da existência atravessadas
Somos
espécies raras de armaduras
porque a
mais longa das esperas ainda não nos derrotou.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
GREVE DOS EDUCADORES MUNICIPAIS DE NATAL: MAIS UM CAPITULO
republico na íntegra.
Educadores municipais exigem respeito do Judiciário e da direção do SINTE/RN
Recebi com profunda
tristeza os últimos acontecimentos envolvendo a greve dos educadores
municipais. O momento exige reflexão sobre a forma de condução da luta
da categoria, principalmente, quando o judiciário decreta a ilegalidade
do movimento grevista e a direção do SINTE/RN noticia o fato de uma
forma tão grotesca que chega a ser vergonhosa.
Justiça - É lamentável a
forma com que a Poder Judiciário tem atuado restringindo o direito dos
trabalhadores de lutar pelos seus direitos. Ninguém quer a greve, nem a
própria categoria.
A greve, quando bem utilizada, é o
ultimo recurso como instrumento de defesa coletiva. Para chegar a este
estágio de luta todos os canais de discussão e intermediação com os
patrões/governos terão fracassado na tentativa de se chegar a um
entendimento sobre as reivindicações da categoria que, via de regra,
luta por melhores salários e condições de trabalho para forma de melhor
atender a população.
Então, a interferência jurídica neste
processo atende a outros interesses que não são os dos trabalhadores,
nem os da população que tem seus serviços precarizados pela omissão do
poder público/empresarial. O fato que as consequências destas decisões
jurídicas são sentidas pela categoria que, com a falta de opões de luta,
muitas vezes são obrigadas a aceitar as condições que lhes são
impostas.
Sindicato – O que me
deixa com maior preocupação neste processo de retirada dos direitos de
manifestação dos professores municipais é a forma que a direção do
SINTE/RN recebeu a informação. É certo que decisão judicial é para se
cumprir ainda mais quando são respeitadas todas as formas de recursos de
contestação. Entretanto, o Sindicato tem passado uma imagem no qual se
coloca como não responsável pela greve.
Se restringir a colocar a decisão pela
continuidade ou não da greve para a categoria em assembleia após a
repercussão do processo judicial é, no mínimo, uma tentativa grotesca da
direção do SINTE/RN de retirar sua grande parcela de responsabilidade
sobre a decretação e condução do movimento paredista.
Enquanto o movimento estiver a serviço
de interesses políticos eleitorais de quem quer que seja, os educadores
municipais estarão sujeitos a ter cada vez mais seus direitos de livre
manifestação restringidos. Assim, sem poder combativo, veremos nossas
conquistas estarem seriamente ameaçadas e sem perspectivas de avanços os
quais tanto lutamos.
Mais do que nunca, lutar é preciso.
Contudo, com muito mais coerência, competência, ética, transparência e
credibilidade dos dirigentes sindicais. Porque a força de nossa união e
determinação é inquestionável e invencível.
Mais detalhes? www.janeayresouto.com.br - sindicalista corajosa e autêntica, ícone da luta dos funcionários de escola.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
A EXPRESSÃO POÉTICA DE GILMAR LEITE - POETA PERNAMBUCANO
Jardim Interior
No meu peito palpitam serenatas
Dos concrizes cantando alvoradas,
Sabiás entoando as mil sonatas
Das serenas canções sofisticadas.
Beija-flores habitam meus sentidos
Procurando os sabores da existência,
Descobrindo no meu peito a essência
No jardim dos delírios coloridos.
Os orvalhos das lindas madrugadas
São correntes no oculto do meu ser,
Dando banhos com toques de prazer
Com gotículas divinas, delicadas.
Um pequeno e saudoso rouxinol
Entre as brechas secretas do meu peito
Canta alegre, feliz e satisfeito,
No primeiro clarão do dourado sol.
As abelhas sutis do coração
Buscam o néctar floral do ser poeta
Agitando o sentir da alma inquieta
Na divina colméia da emoção.
0s canários cantantes do sensível
Fazem pousos nos galhos do viver,
Pra cantar no meu peito o alvorecer
Da expressão que me faz perceptível.
Lindas flores de pétalas perfumadas
Desabrocham botões de cor amena,
Despertando no peito uma açucena
Seduzindo as borboletas douradas.
Pirilampos com lâmpadas na mão
Fazem pousos nos galhos do sentir,
Despertando no ser todo um luzir
Que me cobre de terna sensação.
O perfume das flores mais sutis
Deixe o aroma no corpo sensitivo,
Onde sinto meu coração mais vivo
Entre os beijos dos lindos colibris.
No meu corpo um jardim interior
Mostra a vida na cor da poesia,
Onde a luz do sensível me estesia
Revelando do peito o meu fulgor.
Gilmar Leite
Visite o meu blog www.aguasdopajeu.blogspot.com
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