Novo Ano novo
Novo Ano novo
Celebrar o Ano Novo em 31 de dezembro está de acordo com as
Escrituras?
O correto não seria celebrar Rosh Hashana?
Leia o texto e
tire suas próprias conclusões.
O Ano Novo
O Ano Novo celebrado pela cristandade em geral acontece na passagem
do dia 31 de dezembro para o dia 1° de janeiro. Tal cele-bração tem a
finalidade de “saudar” o ano que chega e dar “adeus” ao ano que está se
findando.
Nunca na história parou-se para perguntar: “Por que
celebramos esta data?” Será que a celebração do “Ano Novo” como a
conhecemos e como é celebrado em todo mundo teria um pano de fundo
cunhado no paganismo? Vejamos a seguir algumas considerações históricas
sobre esta tão conhecida festa.
“O Ano-Novo é um evento que acontece
quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas
culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração
do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller,
que em francês significa "despertar".
A comemoração ocidental tem
origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de
janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a
Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que
tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás.
O
Calendário juliano foi instituído por Júlio César no ano 46 a.C.,
segundo as indicações do astrónomo alexandrino Sosígenes, tendo vigorado
por 1600 anos. Com a conquista de novos territórios, César sentiu a
necessidade de uniformizar o calendário, já que outros eram utilizados
pelos povos anexados ao império. O novo calendário passou a ser composto
por doze meses, perfazendo 365 dias. De quatro em quatro anos,
instituía-se um ano bissexto de 366 dias. Os meses passaram a ter 30
dias (intercalados com meses de 31 dias). O fato de, hoje, os meses de
Julho e Agosto (na época, quintilis e sextilis) terem 31 dias, sendo
meses seguidos, devia-se a terem o nome de imperadores. Um décimo
terceiro mês, que existia, foi extinto. Foi necessário, no entanto
adicionar 67 dias ao primeiro ano deste calendário. O vigésimo quinto
dia de Março, data na qual começava o ano passou a ser o primeiro de
Janeiro, de forma que o ano de 45 a.C. ficou conhecido como o Ano da
Confusão. O Calendário juliano foi substituído pelo Calendário
gregoriano a 24 de Fevereiro do ano 1582. O novo calendário foi
promulgado pelo Papa Gregório XIII e foi adoptado nos países ocidentais.
Na Rússia e em outras zonas de influência cristã-ortodoxa, foi optado
pela permanência no calendário juliano (este é o motivo das confusões
das datas na Revolução russa.
Bem, entendemos então que a verdadeira
origem desta festa é pagã – romana – e tem uma finalidade: ela era
dedicada ao deus Jano que era representado por duas faces: uma voltada
para o passado, dizendo então que tal deus era conhecedor de tudo aquilo
que havia se passado durante o decorrer daquele ano e uma outra face
voltada para o futuro, insinuando ser ele também conhecedor daquilo que
ocorreria no futuro da humanidade!
Jano (latim Janus) foi um deus
romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro. Era o porteiro
celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os
términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, era o responsável
por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta
para dois lados diferentes.
Existem, no entanto, em alguns locais, representações daquele deus com quatro faces.
Em
seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e
eram fechadas em tempos de paz. De acordo com tradição só foram fechadas
duas vezes na história — uma no reinado de Numa e outra no de Augusto.
Os romanos associavam Janus com a divindade etrusca Ani.
Mais uma
vez precisamos atentar para a história, pois quem celebra o Ano Novo de
forma “tradicional” está então pedindo a Jano que “abra as portas” para
que sua vida tenha sucesso, paz, felicidade, etc... Estes são na
realidade os pedidos mais ouvidos neste dia do ano! Você poderia dizer:
“Mas isso é um absurdo! Eu sou crente e oro para que Dus possa atender
aos meus pedidos no dia 31 de dezembro!” Apenas não se esqueça, meu
amado leitor, que você está celebrando uma data que não foi instituída
pelo Eterno, mas sim por uma outra divindade! Pare e pense nas
consequências e nas implicações disso!
Estes fatos nos mostram que o adversário tem trabalhado
sistematicamente e incutiu na humanidade que as mudanças que ele
realizou são "inocentes" e nenhum mal causarão; você acredita nisso? O
adversário nunca faz nada para beneficiar ninguém; ele odeia o homem e
sempre buscará sua morte e seu mal.
Restaurar é essencial; não há outro caminho além desse.
Que o Eterno nos ajude neste caminho de restauração de seu povo em nome de Ieshua!
Texto proveniente do livro "Festas Pagãs na Igreja".
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