domingo, 9 de junho de 2013

INSCRIÇÕES NO SiSU TEM INICIO NESTA SEGUNDA FEIRA (10) - UFRN DISPONIBILIZA 2.454 VAGAS

Vagas também em cursos de ponta

As inscrições para vagas no segundo semestre deste ano em cursos de graduação em universidades federais e institutos federais de ensino superior, através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) terão início nesta segunda-feira (10) e irão até sexta-feira (14).

Podem participar desse processo os estudantes aprovados no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2012 que não tenham tirado zero na prova de redação. Os candidatos podem escolher duas opções de vagas disponíveis na Instituição, além de especificar o local de oferta, curso e turno.

A primeira chamada do SiSU será feita no dia 17 de junho, com matrículas nas respectivas instituições nos dias 21, 24 e 25, e a segunda chamada no dia 1º de julho, com matrículas nos dias 5, 8 e 9 de julho.

Os interessados em concorrer a uma vaga nas universidades federais devem se inscrever no site www.sisu.mec.gov.br.

Neste segundo semestre, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) disponibilizará de 2.454 vagas, que serão distribuídas nos cursos de graduação nos campi de Natal, Currais Novos e Santa Cruz.

Segundo informações da UFRN, os cursos de grande demanda, como Medicina, Direito, Ciências Contábeis e Engenharia Civil, também estão oferecendo vagas.
 
Fonte: Anote RN

A VOZ POÉTICA DO CIRO JOSÉ TAVARES - BRASILIA/DF

A Leste de Greenwich Village
Ciro José Tavares

Que neblina é essa, afinal?
Que neblina é essa
que não deixa entrar pelas vidraças
lanças de ouro do universo?
Que insiste inundar átrios
de noturnas claridades?

Que neblina é essa
que me esgarça os fios pelo tempo
e rompe as linhas que bordaram vidas?

Que neblina é essa
que me silencia as ruas,
anoitece as casas,
Extermina os sonhos?

Que neblina é essa
que conduz à lágrima,
cria o estéril, reprime o riso?

Que neblina é essa
que me morre
triste nas lembranças,
que me turva a vista
diante dos retratos desbotados?

Que neblina é essa
que me esconde os calendários,
destrói meus santos
e rasga os véus dos templos?

Que neblina é essa
que não me responde?
não me questiona,
ontem, hoje, sempre?
não me festeja a vinda,
não me diz adeus?

Que neblina é essa, afinal,
que não me apaga sequer
as luzes da memória?